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Mestre pelo Instituto de Artes da UNESP e Bacharel em Composição pela mesma instituição, estudou com nomes como Flo Menezes, Edson Zampronha e Abel Rocha.
Como compositor, teve obras executadas em importantes salas de concerto, como a Sala São Paulo, o Grande Auditório do MASP (São Paulo), Auditório Ibirapuera (São Paulo), Sala Cecília Meireles (Rio de Janeiro), Teatro Oi Futuro Klauss Viana (Belo Horizonte) entre outros; por grupos como a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Filarmônica Bachiana, além de diversos conjuntos camerísticos.
Bitondi teve obras premiadas no Concurso Nacional de Composição “Camargo Guarnieri” (OSUSP 2005), no String Quintet Contest for Brazilian Composers (Kean University 2006/EUA) e no Prêmio Funarte de Composição Clássica 2012 (Rio de Janeiro).
Em 2013, sua obra para orquestra de cordas, “Impropérios harmônicos em palavras afáveis”, foi executada pela Orquestra Sinfônica da UFRJ (naipe de cordas) sob a regência de Cláudio Cruz, na XX Bienal de Música Brasileira Contemporânea (Salão Leopoldo Miguez,Rio de Janeiro). Algumas de suas obras podem ser ouvidas em soundcloud.com/matheus-bitondi
Atuou ainda como articulista e crítico musical da Revista Eletrônica Trópico/UOL e da Folha de São Paulo, e como copista e revisor da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Produziu o CD “Música Plural: som e diversidade pela nova geração de compositores brasileiros” (patrocínio Petrobras) com a participação do Ensemble Percorso, visando à divulgação da música mais recentemente produzida no Brasil.
Matheus Bitondi é professor do Curso Superior de Música (Bacharelado e Licenciatura) e professor Orientador da Pós-graduação da Faculdade Cantareira.
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