Por Luiz Vicente 

 Sempre fui um grande fã de super heróis. O Super-Homem esteve presente na minha vida desde tempos imemoriais, Batman apareceu logo depois e os dois ocuparam lugar de destaque no rol dos grandes heróis da minha criança interior, que atualmente já passou dos trinta.
Mas, em se tratando dos heróis, séries e desenhos animados vindos da terra do sol nascente, tema do último Anime Fantasy realizado aqui na Faculdade Cantareira, também tenho os meus preferidos. 
Inesquecíveis as manhãs preguiçosas em que Spectreman combatia os monstros do Doutor Gori ou que o capitão Susumu Kodai (Derek WildStar, na versão americana) salvava a terra várias vezes de ameaças vindas do espaço a bordo da nave Yamato (Argo na versão americana, uma referência à mítica embarcação utilizada por Perseu em busca do velocino de ouro).
Mais tarde os Cavaleiros do Zodíaco, Dragonball e outros povoaram o repertório de toda uma geração a partir de meados da década de noventa. 
 O evento recém ocorrido nos mostra toda a especificidade do gênero anime, como são conhecidos, e também a disposição de uma legião de fãs que, apesar da massificação dos produtos da indústria cultural norte-americana, prefere voltar suas atenções para esse fenômeno que vem do outro lado do mundo.
Ano que vem, venho fantasiado, garanto.

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